Agosto 20, 2021Sem comentários

Tesla, seu mais novo robô e a reprogramação do seu mindset criativo.

Quem já foi meu aluno na Escola Cuca, talvez lembre de um dos exercícios de criatividade: um briefing para vender um robô. Ele pesa uma tonelada e as pessoas poderiam entrar e se deslocar de um ponto A ao B. Além disso, a velocidade podia ultrapassar os 100km/h. 

Os resultados eram sempre ultra futuristas, partindo de designs incríveis e tons de linguagem que seguiam esse lado inovador. Os alunos vendiam essa novidade com um brilho nos olhos e uma intensidade gigantesca.

No final, eu revelava que o produto se tratava - o tempo todo - de um carro e, a euforia do início se transformava em um olhar um pouco (digamos) decepcionado com o que teriam que vender.

O resultado desse exercício chegava em dois pontos: briefings que já nasciam viciados em storytellings repetitivos e mindsets programados criativamente para que isso não seja alterado. Afinal, cada mercado segue seus códigos e eles são “respeitados” como verdade absoluta. São seguidos de forma cega e praticamente sem questionamentos.

Bom, tudo isso foi apenas para falar que Elon Musk acaba de lançar um robô. E, como ele mesmo disse, “A Tesla é uma das maiores empresas de robótica porque nossos carros são praticamente robôs com rodas”. Vejam o vídeo e lembrem disso na hora de criar para seu próximo produto.

Julho 27, 2021Sem comentários

Especial 25 anos de carreira

Comecei na publicidade em Junho de 96. Para comemorar a data, resolvi contar algumas histórias sobre meu caminho até aqui. Além deste blog, todo conteúdo pode ser visto também no meu perfil do Instagram @rodwithoneeye.

Cap. I - O primeiro job da minha vida

Meu primeiro trabalho foi criar um spot de rádio para vender uma revista chamada Internet World. A "rede mundial de computadores" tinha sido oficialmente inaugurada no Brasil há apenas 1 ano e o locutor Wanderley me ensinou algo que nunca mais esqueci.

Obrigado Paulo Castro por ter me dado a minha primeira oportunidade na publicidade e a todo o pessoal da Nova Onda, produtora onde esse trabalho que eu me orgulho tanto foi feito.

Abril 27, 2021Sem comentários

Hello, Strangers. Um movimento em busca dos estranhamente talentosos.

As empresas que desenvolvem softwares e soluções digitais sabem o quanto é difícil contratar e manter os bons profissionais na casa. Por conta disso, diversos planos de carreira, incentivos, vantagens e - porque não dizer - mimos são cada vez mais comuns no mercado. 

E para mostrar que a Invillia lidera hoje uma ótima posição no ranking de empresas boas para se trabalhar, eles me convidaram para criar uma campanha. Para começar, pensei nos diversos jovens profissionais que hoje não conseguem encontrar um lugar onde se sintam bem. Se sentem meio "estranhões" dentro das estruturas, hierarquias e dia-a-dia das empresas. Esse sentimento foi transformado no conceito "Hello, Strangers", um movimento para dizer que existe uma tech fantasticamente diferente para eles trabalharem.

A partir daí, roteirizei as histórias de 05 pessoas e convidei o talentosíssimo Graubi Garcia para fazer a edição e Kadu Torres para ser a voz da campanha. Essas histórias foram transformadas em filmes de 1 minuto cada, algumas com corte para 30" e stories de 15".

As demais peças de mídia, assim como o hub com as vagas disponíveis foram criadas pela equipe incrível da própria Invillia.

Queria agradecer muito ao monstruoso André Piva pelo convite e liderança de todo projeto e a aprovação do Renato Bolzan, CEO e Mestre Jedi da Invillia. Muito obrigado!

Para saber mais, invillia.com/hellostrangers

Sobre a Invillia
A Invillia é uma multinacional brasileira que tem por objetivo ajudar empresas que revolucionam o mercado na missão da inovação contínua, criando soluções end-to-end, produtos e serviços digitais, nas tecnologias mais emergentes do mundo. Seu exclusivo Global Growth Framework foi criado para ampliar a performance de cada cliente, ao conectar dados e insights aos melhores talentos globais. Com mais de 800 colaboradores trabalhando de forma distribuída em 7 países e 130 cidades, a companhia mantém hubs estratégicos no Brasil, Portugal, Reino Unido, México e Holanda.

Hello, Strangers
Cliente: Invillia
Conceito, roteiros e direção de arte: Rodolfo Barreto
Edição e sonorização: Graubi Garcia
Locução: Kadu Torres
Website, peças extras e design: Invillia Creators
Direção Geral Invillia: André Piva
Fantasticamente aprovado por: Renato Bolzan

Julho 28, 202023 Comments

Futurexpectations

A near future exercise of what can happen when Elon Musk officially launch Neuralink.

Originally, I published this article on 07 February 2018 here

Elon Musk is known for being the owner of Tesla and SpaceX. But the entrepreneur's greatest megalomania is not making electric cars or the dream of taking mankind to Mars, but a third company called Neuralink and its project of linking computers and our brains.

Registered as a medical concept, the company's main objective is to cure diseases such as Parkinson and Alzheimer, from chips implanted in the head (which, until now, is something that has already been implemented by other research centers). However, Elon has already made it clear that he wants to go further, making the computer increase our cognitive ability.

The new service will be on air in 4 years and, when we are close to the deadline, the news will be on all media channels. We will have the classic "a lot of people against" versus “a lot in favor" and your cousin get into the bar saying: "I made a chip subscription yesterday and the guys installed the same day." Needless to say, it will be the joke of the bar table:

- What is the capital of Norway?

- Oslo.

- How much is 1527 x 63?

- 96,101

Astonished? The first big change is that your brain will be plugged into Google and, over time, you will not know if you answered "Oslo" because you learned it from your school teacher or it was the computer that blew the answer to your neuron. You just know it. And he knows everything: data, facts and so on.

So far, so good, uh? We will spend less time chasing information and more thinking about what we can do with so much data. Our new objective will focus on the power of human transformation from some raw info. Great? Maybe. We will also lose that bar chat where the conversations add up from layers of information that one knows and the other doesn't (after all, everyone will know everything). Oh, and we will not have Sunday quizzes on TV anymore.

The second step in this exercise of futurology is what makes virtual reality reach its peak, making your brain see what you want. It’s the end of couple's fights because of the sofa color. Once you purchased the furniture, it will have the gray color given to you and beige to your wife. Gotcha. And so it will be with everything from the decorating objects of your house to the color of the sky in the morning.

Cheating the brain will be the biggest weapon against heat, cold, obesity and so on. All we have to do is just click on the "I want to be cheated, thank you" option and this is the third big change. You will finish your lunch and feel an overwhelming desire to drink macadamia ice cream. Your favorite color will become blue and your next vacation will be at Kilimanjaro (just you, who have never been adventurous). Quickly, people will run the rumor that Neuralink and its competitors are selling neural induction packs for brands with the certainty of impulse-designed consumption. They will swear under the bible of Silicon Valley that it is a lie and that all their customers keep their free will. Except for the sponsored guys, of course.

Rodolfo Barreto.

Ps .: 1527 x 63 = 96.201. Never trust the system.

#neuralink #ellonmusk #science #singularity #artificialintelligence #ai

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